[Análise] The Old Guard (Netflix)

Sinopse: Andy e seus companheiros formam um grupo de soldados que possuem a inestimável virtude da vida eterna. Eles vivem através dos anos oferecendo seus serviços como mercenários para aqueles que podem pagar, se passando como seres humanos comuns dentre os demais. No entanto, tudo muda com a descoberta de que existe uma outra imortal que atua como fuzileira naval.

The Old Guard, com estrela de Velozes e Furiosos, vai ter ...

Quando pensamos em filmes de pessoas com poderes, a primeira imagem que vem na mente da maioria dos telespectadores são histórias com personagens fantásticos, com poderes e motivações gloriosas e com uma imagem mais “feliz” dos acontecimentos. Contudo, acredito que desde “Logan (2017)“, histórias com um teor mais sério e adulto tem ganhado maior visibilidade dentro das telas. A Netflix vem investindo em adaptações de histórias em quadrinhos já a algum tempo, algumas delas funcionaram (The Umbrella Academy, 2019) e outras não (Punho de Ferro, 2017). Entretanto, com exceção desta e algumas outras, quase todas são em formato de seriado.

The Old Guard” é um filme baseado em uma HQ criada pelos quadrinista Greg Rucka e Leandro Fernandez em 2017 pela Image Comics. A obra teve um ótimo desempenho entre os leitores e a crítica, o que justifica uma adaptação cinematográfica. Outro aspecto importante da produção é a escolha do próprio Rucka para desenvolver o roteiro do filme, o deve ter tornado o longa mais fiel a obra original. No filme, a escolha das informações que são importantes aparecem e as que podem ser respondidas em uma possível sequência, é muito inteligente. Isso é preciso, já que o longa não começa no surgimento do primeiro imortal e sim durante o momento em que eles são descobertos por um empresa que quer usá-los como uma fonte para desenvolver a fórmula da imortalidade.

As atuações são muito boas, mas com destaque para Charlize Theron, que novamente nos entrega um personagem que nos faz acreditar ser ela mesma. Outro ponto alto é a forma como a história de cada um é contada e a explicação sobre a imortalidade, seu peso e como cada personagem lida com esse acontecimento. As cenas de lutas são muito bem coordenadas, os diálogos são bem construídos, mas acredito que os momentos que mais marcam são as de reconstrução, onde as partes feridas começam a se curar, um trabalho fantástico dos efeitos especias. O único ponto que eu considero negativo é vilão do filme, que além de previsível é chato e não cativa ou chama atenção do público. Espero que no próximo, pois o final do filme deixa aberto para um provável sequência, esse detalhe possa ser melhorado.

 

Se interessou pelo filme? Não perde tempo e corre lá na Netflix (saiba mais) pra conferir, mas não se esquece de comentar aqui depois o que achou!

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