[CRÍTICA] Brightburn – Filho das Trevas

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Do diretor de Guardiões da Galáxia: Inferno (2017), David Yarovesky, Brightburn – Filho das Trevas, traz uma ideia de como seria se um conhecido do mundo dos quadrinhos, alienígena e dotados de super poderes resolvesse usá-los para o mal.

Sinopse: Quando uma criança alienígena cai no terreno de um casal da parte rural dos Estados Unidos, eles decidem criar o menino como seu filho. Porém, ao começar a descobrir seus poderes, ao invés de se tornar um herói para a humanidade, ele passa a aterrorizar a pequena cidade onde vive, se tornando uma força obscura na Terra.

O elenco traz Jackson A. Dunn (Glow), Jennifer Holland (As Strippers Zumbi e American Pie) e David Denman (The Office) nos papéis de uma família da pacata cidade de Brightburn. Depois de anos tentando ter um filho,  o Sr. e Srª Breyer são presenteados com um filho vindo sabe-se lá de onde.

Prodígio desde cedo, Brandon sofre bullying na escola, mas é amado pela família com quem mantém um bom relacionamento até completar 12 anos. Indícios de que algo despertou dentro dele começam a surgir e o adolescente coloca seus poderes a prova e desenvolve um caráter duvidoso, julgando-se superior a todos e subjugando a população da cidadezinha do interior.

Com momentos de jump scare, trilha sonora que contribui pra intensificar a tensão e uma atuação incrível do Jackson (que já demonstra um grande potencial mesmo tão novo) a história tem seu enredo linear, mas deixa explicações e margens para muitos questionamentos além de um final com “gostinho de quero mais” e a deixa para uma continuação.

Os efeitos visuais e excesso de CGI comprometem algumas cenas, mas é compensado pela qualidade da fotografia, cenários incríveis, ângulos e uso de algumas técnicas conhecidas do expressionismo alemão. Tudo voltado para aumentar aquele nervosismo e dar o clima do momento.

7/10

Momento referência: Super-força, super-resistência, super-velocidade, olhos de raio laser e se você começou a juntar todas essas referências e associou ao Superman, temos outra referência para você! Apesar de todas essas semelhanças, vamos mais a fundo. O Brightburn na verdade se assemelha mais ao Ultraman, personagem nascido no “universo invertido” da Terra Três. Nele a Kryptonita fez o efeito de liberar seus super-poderes e habilidades e na vida adulta se junta com outros superpoderosos pra criar o Sindicato do Crime da América. O nome já deixou claro que eram os vilões, certo?

 

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