[Crítica] De Pernas pro Ar 3

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Quem diria que a Sexy Delícia cresceria tanto? Depois do seu fracasso a ter levado a criar a loja no primeiro filme e de já ter precisado se internar de tanto trabalhar no segundo, Alice Segretto está no ápice do seu negócio levando prazer para as mulheres de todo o mundo. Com filiais até mesmo no Japão, a empreendedora começa a perceber que tanto sucesso tem feito com que ela perca bons momentos com a família.

Sinopse: O sucesso da rede de lojas Sexy Delícia leva Alice Segretto a um tour pelo mundo. Trabalhando sem parar, Alice percebe que não tem conseguido acompanhar sua família, que também cresceu. Impetuosa, ela toma uma decisão inusitada: decide se aposentar e entregar o comando dos negócios para sua mãe.

A continuação tem um enredo bem amarrado com a história dos dois primeiros filmes, mas se você não viu os primeiros pode assistir esse sem medo que vai entender tudo direitinho!  Mais uma vez o filme aborda o tabu que é ter a mulher no controle do seu prazer, a permissividade da mulher ter o direito sobre seu corpo e suas vontades sexuais sem precisar se envergonhar disso.

Após a “aposentadoria” Alice se vê totalmente perdida e entediada em casa, procurando coisas pra fazer a todo custo. Claro que algumas situações constrangedoras, dignas da workaholic, são o foco. Aceitar que o filho cresceu e agora é sexualmente ativo, entender que o mercado continua em expansão e uma empreendedora jovem entrando no mercado são coisas que só ajudam no “passamento de vergonha”.

Com a participação especial de Cauã Reymond e Samya Pascotto sendo dignamente introduzida ao elenco como a Leona (a nova queridinha do ramo), temos também a volta da Maria Paula como a Marcela (sócia de Alice no primeiro filme) e a Cristina Pereira como a inesquecível Rosa, empregada da família que presencia momentos que a deixa mais do que constrangida. A fofa Clarinha, interpretada pela Duda Batista, é a filha caçula da família e protagoniza alguns momentos inenarráveis.

Trilha sonora leve e que se encaixa nos momentos certos, piadas pontuais (e também alguns clichês) formam o combo de uma comédia leve e ótima pra passar o tempo. É divertido e deixa margem pra um quarto filme, mas deixo o questionamento: será que não seria de mais ou seria demais?

7 / 10

 

 

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