Meu nome é Taylor, Drillbit Taylor.

Olaris à todos! O que temos para hoje é um filme super animado, em que temos a estrelinha do Owen Wilson (quem não conhecer esse ser humano pelo menos dos filmes “Marley & Eu“, e “Uma Noite no Museu“, é marciano, haha.). Mas enfim, lançado no ano de 2008, essa estória hilariante vai te deixar bobo e mega alegre por pelo menos, as 1 hora e 50 minutos que se segue .

Entrando (ou voltando) ao cenário do ensino médio, onde há aquela pirâmide de poder que vai desde o valentão da escola, até o Nerd zero a esquerda, Wade (Nate Hartley) entra em cena com seu amigo Ryan (Troy Gentile). Ambos, são diferentes em seus temperamentos, enquanto Ryan é agitado e tem bastante autoconfiança, Wade consegue ser todo o oposto.
Mas como nada disso importa na “selva ” que estudam, os dois garotos começam o ensino médio com todas as problemáticas que nele existem. Em suas rotinas, eles conhecem o Emmit (David Dorfman) e juntos apanham como nunca dos poderosos chefões Ronnie Lampanelli (Josh Peck) e Terry Filkins (Alex Frost). Então, fartos de passar vergonha e muita carne congelada na cara, os três têm uma plano infalível: contratar um guarda costas!

E é exatamente nesse ponto em que o Drillbit (Owen Wilson) entra. Pois ele é um (mendigo) cara pacífico sem grandes ambições e por conta disso, mora na rua. Então, inspirado na vida cheia de programas sociais no Canadá, se desespera atrás de dinheiro para viajar e “ganhar” sua vida. Portanto, após procurar oportunidades, se depara com os três garotos em apuros, e na arte do “enrolation” finge ser ex combatente das forças armadas, até que consegue o emprego.
Nos primeiros dias as coisas não vão bem como todos imaginavam e isso forçou o guarda costas a tomar medidas drásticas, que iam desde ensinar as crianças a se defenderem, até a se tornar o professor substituto da instituição que tinha um namorico com outra professora.

Entretanto como a coisa não poderia ser tão fácil assim, como já dizia a vovó “o caldo começou a engrossar”, e por isso os antigos colegas do Taylor (e também mendigos) começaram a cobrar resultados dessa operação que não deveria tomar sérias proporções, levando todos os envolvidos à uma loucura que termina em uma festa do ensino médio cheio de álcool e disputa por uma melhor reputação.

A lição de moral no final disso tudo que cada um levou foi suave e honesta. O filme, se parasse só na penúltima cena, terminaria bem legal do mesmo modo, mas a última cena adicionou mais elementos como perseverança e um recomeço bem merecido ao protagonista. Novamente, com muito entusiasmo e um desenvolvimento cativante. A trilha sonora é um show, o humor não é super óbvio, as piadas são criativas e em momento nenhum você vai se encontrar no tédio se decidir assistir esse filme. Sem falar nos atores e na interpretação (um pouco) dramática que caíram como uma luva . É demais.

Nota: 9.0/10.0

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Autor: Glória

Fissurada em Biologia, café gelado com canela e coisinhas clichés.

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