[Dica] Se enlouquecer, não se apaixone

É Um Tipo de História Divertida” (título em inglês, o que com certeza é menos cliché), “Se Enlouquecer, Não se Apaixone” foi um drama/romance de 2010, que conta a história de um garoto com tendências suicidas. Olha só essa capa xuxuzinha:

Na cidade de Nova York, Craig (Keir Gilchrist) é um adolescente de 16 anos que tem depressão e muitas expectativas em sua vida. Frustrado, mas ciente de sua realidade, Craig liga para o disque – suicídio e decide que deveria visitar alguma clínica psiquiátrica (manicômio mesmo), para ter alguma solução rápida e fácil, que o livrasse do stress diário da vida de um ‘xovem’.

Mas chegando lá, o mesmo tem uma surpresa inesperada: deveria ficar por no mínimo 5 dias sob observação e ter de lidar com todos os outros pacientes, que por consequência estavam misturados, já que a ala juvenil estava em reforma. Então, ao conhecer Bob (Zach Galifianakis), um cara legal que não parece nem um pouco maluco e se tornou seu grande mentor, ele aprende dia após dia sobre como enfrentar a vida, ou como ele escutava:

” Se você não viver nascendo, viverá morrendo. “

Contudo, Craig ao invés de se livrar de preocupações, começa a se afeiçoar por muitas pessoas de lá ao descobrir seus motivos de internação: Bobby, por ter as mesmas tendências que ele; Muqtada (Bernard White), um egípcio que tem medo de sair da cama; ‘A senhora‘ (Novella Nelson), que era uma radicalista universitária e surtou por motivos políticos; Solomon (Daniel London), um religioso triste e viciado; e Noelle (Emma Roberts), que também tem depressão e por vários motivos tem seu mundo um pouco parecido com o dele.

Inspirado, o rapaz começa a perceber talentos que viviam presos e ignorados, pois sua família o pressionara a ser quem ele não era, e desse modo, toda essa angústia sufocada impediam o pobre Craig de seguir em frente. Foi só então depois de muita conversa com a Dra. Minerva (VIOLA DAVIS!) que ele se posicionou sobre sua vida e se achou no meio da sua própria bagunça mental. Primeiramente, percebendo que uma garota que ele era obcecado, a Nia (Zoë Kravitz), namorada de seu melhor amigo Aaron (Thomas Mann), não era realmente sua ambição; Segundo, se permitindo começar um relacionamento; E, por último mas não menos importante: Aceitar as partes positivas e negativas de cada experiência, aproveitando novas oportunidades e apreciando cada momento como uma gota preciosa de vida que se passa.

No geral, o filme é bacana por ser abrangente, tem uma palheta de cores bem alegre, é divertido (como diz o título) e não cansa nem um pouquinho (se você o ‘pegar’ pela metade, compreenderá). Sem falar na ótima trilha sonora da banda Queen, e uma cena que relembra muito aquele filme lendário surrealista: Sucker Punch!

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Autor: Glória

Fissurada em Biologia, café gelado com canela e coisinhas clichés.

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