[Crítica] Tudo e Todas as Coisas

SINOPSE:

Maddie (Amandla Stenberg) está prestes a fazer 18 anos, mas ela nunca saiu de casa. Desde a infância, a jovem foi diagnosticada com Síndrome da Imunodeficiência Combinada, de modo que seu corpo não seria capaz de combater os vírus e bactérias presentes no mundo exterior. Ela é cuidada com carinho pela mãe, uma médica que constrói uma casa especialmente para as necessidades da filha. Um dia, uma nova família se muda para a casa ao lado, incluindo Olly (Nick Robinson), que se sente imediatamente atraído pela garota através da janela. Maddie também se apaixona pelo rapaz, mas como eles poderiam viver um romance sem se tocar?

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Não li o livro no qual o filme foi baseado (pretendo), logo não posso fazer comparações diretas entre tais mídias. A fórmula para esse filme me pareceu familiar… Um romance + Adolescentes + Doença grave = ?. Aposto que no mínimo você pensou em: A culpa é das estrelas. E é isso mesmo! A diferença é que esse longa não causa tanta empatia como da Hezel Grace.

A premissa é muito boa, afinal, ela viveu 18 anos sem sair de casa, sendo apenas um espectadora do mundo, e só de imaginar algo assim você sente o peso da situação, porém, não foi tão bem explorado como deveria. Há certos acontecimentos em que se exige uma carga emocional grande, contudo, por conta do roteiro e da atuação dos protagonistas, tais cenas não conseguem chegar no ápice em potencial. Você continua assistindo, tentando se sentir ligado emocionalmente ao filme, mas isso não acontece, pelo menos não comigo. E é quando o filme chega no que deveria ser seu topo dramático, com uma revelação daquelas que muda todo o seu mundo, porém, o roteiro simplesmente não te entrega. Você está ali querendo se emocionar e o caminho da trama te frustra bonito.

Se existe algum ponto positivo a ser destacado, deve-se a atuação da Amandla Stenberg. A atriz consegue te faz se “apaixonar” e se compadecer com a situação da sua personagem, Maddy. Seu carisma só fortalece a performance durante a trama.

A fotografia e os detalhes dos cenários nos dão uma boa dose de beleza, mesmo em cenas simples como as passadas na casa da protagonista. Mesmo esperando um pouco mais, o envolvimento amoroso dos personagens Maddy e Olly é algo bonito de se assistir, mas ainda falta um aprofundamento para transformar em algo mais denso e complexo.

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O filme não é ruim, assistir acompanhado até vale a pena. Para quem gosta desse estilo de filme será um bom programa. Não é tão bom como poderia, mas te entrega um entretenimento interessante.

5 / 10

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Autor: PH. Moneta

Host da D11 e o mais hiperativo do rolê.

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