[Crítica] Rei Arthur: A Lenda da Espada

Por Ana Morais

Sinopse: Arthur (Charlie Hunnam) é um jovem das ruas que controla os becos de Londonium e desconhece sua predestinação até o momento em que entra em contato pela primeira vez com a Excalibur. Desafiado pela espada, ele precisa tomar difíceis decisões, enfrentar seus demônios e aprender a dominar o poder que possui para conseguir, enfim, unir seu povo e partir para a luta contra o tirano Vortigern, que destruiu sua família.

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Rei Artur foi um lendário líder britânico que, de acordo com as histórias medievais e romances de cavalaria, liderou a defesa da Grã-Bretanha contra os invasores saxões no final do século V e no início do século VI. Os detalhes das histórias Arturianas são em sua maioria compostas por folclore e invenções literárias, e sua existência histórica é motivo de debate acadêmico entre os historiadores.

Dentro do contexto que permeia o Rei Arthur, o apelo pelas lendas arturianas perpetuam, envolvendo magos, bruxas, fadas, castelos que pairam sobre o mar, monstros gigantes, uma espada mágica criada por elfos, florestas encantadas, romances e traições. O personagem inspirou inúmeros livros, óperas, peças de teatro, caçadas arqueológicas, estudos acadêmicos e ganhou inúmeras versões nos cinemas.

O Filme se inicia numa frenética guerra com muitos efeitos especiais e slow motion, onde se é mostrado o jovem Arthur criança. Após uma fatalidade na família, Arthur é encontrado por mulheres de um bordel da cidade de Londínio (cidade fundada pelos romanos no século I onde hoje fica Londres), onde é criado e educado por tais. Arthur logo domina as ruas da cidade juntamente com seus parceiros, vivendo sua vida da maneira que acha melhor, sem ter qualquer ideia de sua linhagem real.

Após um fato dos trabalhos de Arthur vir á tona, o jovem é surpreendido e se ver rumo como uma das pessoas que tentaria retirar a espada Excalibur da pedra.

Todo o filme é em volta da espada, ao qual a Excalibur pertencia ao Rei Uther Pendragon (Eric Bana), Pai de Athur, e logo pertenceria ao jovem, seguindo assim sua linhagem real.
Na trama da espada, o Tio de Arthur(invejoso), quer tomar o trono de seu Pai, fazendo assim pactos com o lado negro da força, causando guerras entre os magos e os humanos, quebrando o acordo de “ Paz” que o Rei Uther tinha estabelecido com os magos para proteger o reino.

Retirada a espada Excalibur da pedra por Arthur, começa a saga para deter o Tio invejoso e seu poder maligno sobrenatural das forças negras.
Arthur reúne seu grupo e por meio da excalibur reconhece sua verdadeira história, poder e linhagem real.

O filme é repleto de Slow motion e cenas frenéticas de ação, com uma trilha sonora também bastante agitada, deixando o indivíduo sempre ligado á película.

O roteiro em si achei fraco, mas para os amantes por filmes de ação (como eu), Rei Arthur é bastante satisfatório, lembrando muito a euforia da saga Velozes e Furiosos.

8 / 10

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Autor: Olar Para Todos

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