[Crítica] A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell

Sem Spoilers

ghost-shell-posters-2017-scarlett-johanssonA Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell estreia esta semana nos cinemas mundiais baseado no cultuado anime e mangá Japonês de mesmo nome.

A trama retrata uma realidade bem crítica da sociedade abordado a cultura cyberpunk, futurista, cibernética e a divergência de setores sociais.

A história do filme A Vigilante do Amanhã – Ghost In The Shell se passa em 2029, em uma realidade totalmente diferente do mundo no qual conhecemos. O mote é praticamente a busca implacável da Major e Batou por um Hacker, mas não se engane, a trama é muito mais complexa. O longa exemplifica bem a junção drástica das pessoas com os computadores e a tecnologia. Podemos perceber que todos estão inseridos na mesma sociedade, humanos e máquinas. A presença de ciborgues resultantes de experiências militares que comandam um esquadrão de elite especializado em combater os crimes cibernéticos é bem representada no longa.

A desenvoltura da atriz Scarlett Johansson ao interpretar a personagem Major, chamou a atenção do público desde os incríveis trailers. Ao mesmo tempo, causou o aumento da expectativa e responsabilidade para entregar uma bela adaptação nos cinemas. Ao ver a produção, podemos notar os erros referente às questões da fusão humana a a tecnologia, os tornando híbridos. Além de mostrar a questão dos erros nos quais eles estão sujeitos a cometer. Sendo assim o caso da Major.

O ritmo do filme carrega uma narrativa simples e continua. Para aqueles que assistiram o anime ou sabem o básico sobre cultura cyberpunk e futurismo, terão um fácil entendimento da história e das cenas de luta, que são bem impactantes e visualmente bem resolvidas.

O figurino e caracterização é um espetáculo a parte. É possível sentir toda a presença tecnológica e os detalhes relacionados a robotização fundida a figura humana nos figurinos. Com roupas simples e ao mesmo tempo marcantes podemos perceber os extremos entre o humano e o tecnológico em perfeita harmonia ou caos.

O anime foi revolucionário em sua época, servindo de inspiração para The Matrix de 1999, cabia ao filme adaptar de maneira coerente e convincente a clássica história. Cumpre bem o seu papel como uma excelente adaptação, mas não trás nada de novo ou revolucionário para o nosso tempo. Um bom filme, que promete satisfazer os receosos fãs de Ghost in the Shell e atingir o público em geral.

9 / 10

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